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| Foto: Joaquim Moura |
Paulinho
dos Santos[i]
Não existe nada mais
velho, do que aquele que se reivindica novo para defender as ideias mais
antiquadas e cruéis que existem.
O governador Eduardo Leite
(PSDB) aprovou, com ampla maioria, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio
Grande do Sul o Projeto de Lei Complementar nº. 503/2019 – PLC 503. Esse
projeto não é um simples projeto, mas sim, uma reforma da previdência ainda
mais drástica do que a aprovada no Congresso Nacional.
Leite usou da sua base
parlamentar no Legislativo gaúcho para atacar diretamente a vida das
trabalhadoras e dos trabalhadores do Estado, sem nenhum diálogo com aquelas e
aqueles que fazem o serviço público acontecer.
Nisso, não há nada de
novo. Antônio Britto acabou com carreiras, privatizou setores estratégicos para
o Estado e desestimulou a economia gaúcha; Yeda Crusius, com sua famigerada
política de “déficit zero” arrochou a vida dos trabalhadores; Sartori passou
quatro anos parcelando salários, sem sequer fazer a reposição inflacionária
anual no salário dos que trabalham, e muito, para o desenvolvimento do Estado.
Eduardo Leite prometeu “tirar a bunda da cadeira” e fazer gestão, pois segundo
ele “dinheiro há, o que falta é gestão”.
